Autor Bruno Porciuncula

Bruno Porciuncula

Jornalista e crítico de cinema. É fã de James Bond desde que assistiu "007 Contra o Foguete da Morte" (claro que alguns anos depois de lançado hehehe). Tem tatuado "Live and Let Die" em homenagem ao filme que considera o melhor - pau a pau com "Goldfinger"

Games
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Finalmente James Bond vai voltar ao mundo dos games pelas mãos da IO Interactive, desenvolvedora e criadora por trás da franquia Hitman. O anúncio foi feito no site oficial de 007 e nas redes oficiais, junto com um Teaser. O nome provisório do novo game é Project 007.

Curiosidades
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O número exato da casa de James Bond sempre foi um mistério. Mas o escritor William Boyd, autor de “Solo”, revelou no encarte literário do Times desta quarta-feira, 16, ter descoberto qual apartamento inspirou Ian Fleming a imaginar a casa de James Bond: seria o número 25 da Wellington Square, no bairro de Chelsea, em Londres. Boyd utilizou descrições presentes no livro e a vida de Ian Fleming para chegar ao número. Em “007 Contra o Foguete da Morte” (publicado em 1955), Fleming descreve a residência de James Bond como “um apartamento confortável com vista para uma praça com árvores, ao lado da King’s Road”, célebre rua de Chelsea. Já em “007 Contra a Chantagem Atômica” (1961), Fleming escreve que o apartamento de Bond não está situado muito longe do Hyde Park. Ao se concentrar na vida pessoal de Ian Fleming, que também foi jornalista, Boyd descobriu que o criador de Bond era muito amigo do crítico literário Desmond MacCarthy, que era conhecido por dar festas animadas em seu apartamento, no número 25 do Wellington Square. “As provas são convincentes. É muito provável que Ian Fleming tenha ido uma ou várias vezes nas festas dadas pelos MacCarthys”, afirmou Boyd. Ao revelar em “Moscou Contra 007” (1957) que a sala de 007 era “cheia de livros”, Fleming teria feito uma referência à profissão de MacCarthy, acredita Boyd. Nós, fãs de Bond, já teremos mais um ponto turístico para visitar em Londres.

Atores
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Pierce Brosnan revelou que perdeu dois amigos vítimas do covid-19. “Eles eram amigos de 45 anos, e sou padrinho do filho de um deles. Não importa onde você esteja, quão bonito seja, ainda existe esta grande ameaça à vida de todo mundo da qual você está consciente”, afirmou, em entrevista à Parade. O ator revelou que ele é um sortudo por poder se isolar com a filha na ilha de Kauai, no Havaí. “É preciso continuar engajado na vida. Estamos em guerra, as pessoas estão morrendo. Eu espero que, depois disso, as pessoas se tratem com mais gentileza e percebam a fragilidade do nosso planeta”, afirmou. Brosnan, que atuou como James Bond em 007 Contra GoldenEye (1995), 007 – O Amanhã Nunca Morre (1997), 007 – O Mundo Não É O Bastante (1999) e 007 – Um Novo Dia Para Morrer (2002) também afirmou que o personagem mudou a vida dele. “É um personagem que até hoje me dá alegrias”, disse, lembrando que o primeiro filme que assistiu no cinema ao chegar em Londres – ele nasceu na Irlanda – foi 007 Contra Goldfinger (1964).

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