The Man With The Golden Gun é o décimo-terceiro livro sobre o agente secreto britânico James Bond. Escrito por Ian Fleming, foi publicado em 1965 e lançado originalmente no Brasil pela Editora Globo em 1966 como O Homem Com O Revólver De Ouro.

Ian Fleming não chegou a terminar The Man With The Golden Gun pois faleceu em 1964, ano em que saíram seus dois últimos livros, You Only Live Twice e o infantil Chitty Chitty Bang Bang, além do filme 007 Contra Goldefinger. A missão de terminar a obra ficou a cargo de Kingsley Amis que não levou os créditos pela co-autoria deste livro. Em compensação, escreveu o primeiro livro de 007 pós-Fleming, Colonel Sun, sob o pseudônimo de Robert Markham.

Um ano depois de James Bond desaparecer durante uma missão no Japão, ele é dado como morto. Em seguida, um homem que se diz ser Bond, aparece em Londres para encontrar “M”. Após alguns exames e interrogatórios, a identidade do homem é confirmada, mas durante sua entrevista com “M”, 007 tenta matá-lo com uma pistola de cianeto, mas a tentativa falha.

O MI6 logo descobre que depois da destruição do castelo de Blofeld no Japão no livro You Only Live Twice, Bond sofreu um ferimento na cabeça lhe deixando com amnésia. Tendo vivido como um pescador japonês durante vários meses, 007 viajou para o norte da União Soviética para saber a sua verdadeira identidade. Porém, lá acabou sofrendo lavagem cerebral e fora mandado de volta à Inglaterra e assassinar “M”.

Após passar por um processo contrário à lavagem cerebral, é dada à James Bond uma chance de provar seu valor como um membro da seção “00”. “M” lhe atribui uma missão na Jamaica aparentemente impossível: matar Francisco “Pistolas” Scaramanga, um assassino cubano que acredita-se ter matado vários agentes secretos britânicos. Scaramanga também é conhecido como “O Homem do Revólver de Ouro”.

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