Título original: The Living Daylights
Duração: 131 min
Ano de lançamento: 1987
Estúdio: Danjaq Productions / EON
Distribuidora: United Artists
Direção: John Glen
Roteiro: Richard Maibaum e Michael G. Wilson, baseado em livro de Ian Fleming
Produção: Albert R. Broccoli e Michael G. Wilson
Música: John Barry
Fotografia: Alec Mills
Direção de arte: Terry Ackland-Snow
Edição: Peter Davies e John Grover

Timothy Dalton (James Bond)
Maryam d’Abo (Kara Milovy)
Joe Don Baker (Brad Whitaker)
Art Malik (Kamran Shah)
John Rhys-Davies (General Leonid Pushkin)
Andreas Wisniewski (Necros)
Thomas Wheatley (Saunders)
Desmond Llewelyn (Q)
Robert Brown (M)
Geoffrey Keen (Ministro da Defesa)
Walter Gotell (General Anatol Gogol)
Caroline Bliss (Miss Moneypenny)
John Terry (Felix Leiter)
Frederick Warder (004)
Jeroen Krabbé (General Georgi Koskov)
Glyn Baker (002)

Um alto oficial da KGB, Koskov, informa ao MI6 que planeja fugir para a Inglaterra durante um concerto. Bond será encarregado de dar cobertura ao militar e percebe que a loira violoncelista que se apresentava no teatro está armada, pronta para atirar no desertor. 007 contra-ataca e atira, mas sem a intenção de matá-la, apenas para assustá-la. É o bastante para que a deserção seja concluída com sucesso. Levado para Londres, o russo será resgatado, poucas horas depois de chegar, por um suposto comando da KGB. Antes, porém, Koskov contou ao Serviço Secreto Britânico que um general chamado Pushkin restabeleceu a Smersh (Smiert Spionam, que significa Morte Aos Espiões).

A sigla é capaz de causar calafrios em qualquer agente ocidental. Trata-se de um grupo de extermínio de inimigos do governo soviético que existiu nos anos 60. Com essa informação, Bond receberá nova missão do MI6: Matar Pushkin. Porém, ele desconfia de algo. 007 não gosta de Pushkin, mas é ainda mais desconfiado em relação a Koskov. Ele decide, então, localizar a violoncelista que tentou atirar no oficial. Ela é Kara Milovy, uma namoradinha do desertor. James Bond descobre mais: Kara não usava munição de verdade, mas sim de festim. Fazendo-se passar por um antigo amigo do militar, o agente britânico consegue a cooperação de Kara. Assim, poderá montar o quebra-cabeça e infiltrar-se numa trama de contrabando de drogas e armas, que terminará no Afeganistão.

  • Primeiro filme em que Timothy Dalton interpreta James Bond, e também o 15º filme da série baseada no agente secreto britânico.
  • O ator favorito para assumir o personagem James Bond em 007 – Marcado Para A Morte era Pierce Brosnan, que só não pôde aceitar o papel por causa de compromissos contratuais com o seriado “Remington Steele”. Além de Brosnan, o ator Sam Neil também estava cotados na época para o papel de Bond.
  • Antes de assumir o papel de James Bond, Timothy Dalton já havia sido cogitado para o personagem, após o lançamento de 007 – Os Diamantes São Eternos (1971), último filme em que Sean Connery interpretou o personagem. Na época, Dalton foi descartado por ser considerado muito jovem para ser o novo James Bond.
  • A escolha de Frederick Warden e Glyn Baker para interpretar os agentes 004 e 002, respectivamente, se deveu semelhança física de ambos com antigos protagonistas de Bond. No caso, de Warden com Roger Moore e de Baker com George Lazenby.
  • Os guarda-chuvas que o jipe de James Bond destrói na sequência de abertura de 007 – Marcado Para A Morte têm as iniciais “JB” gravadas.